"Anuncia-se um novo tempo, cabendo a cada educador, seja gestor ou professor, participar de processos de formação continuada e em serviço que criam a oportunidade de formação de redes colaborativas de aprendizagem apoiadas em ambientes virtuais para encontrar, no coletivo da escola, o caminho evolutivo mais condizente e promissor de acordo com a identidade da escola e com o contexto em que se encontra inserida."

Fonte:http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2002/te/tetxt1.htm
Autora:Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O papel do professor

O papel do professor no processo ensino e aprendizagem vêm mudando ao longo dos tempos, sendo que, na atualidade, é praticamente um consenso que o professor deve ser um “articulador habilidoso” do saber, respeitando em suas estratégias de ensino a pluralidade cultural, e a multiplicidade de apanhamentos do saber existente no grupo de alunos. Como orientação o Ministério da Educação do Governo Federal do Brasil, sugere que:

"Numa perspectiva de trabalho em que se considere a criança como protagonista da construção de sua aprendizagem, o papel do professor ganha novas dimensões. Uma faceta desse papel é a de organizador da aprendizagem [...] o professor também é consultor nesse processo [...] mediador, ao promover a confrontação das propostas dos alunos [...] controlador ao estabelecer as condições para a realização das atividades, sem esquecer de dar o tempo necessário aos alunos [...] incentivador de aprendizagem [...]" (PCN, 2000, p. 40-41).

Fonte: http://www.somatematica.com.br/artigos/a12/index.php

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Tecnologia na escola: um sonho possível

A geração atual já nasceu sob influência da tecnologia e a encara com a maior naturalidade. Se é assim, como deve ser a escola ideal para atender aos anseios das "crianças digitais"? E como devem ser preparados os professores?
O educador australiano Greg Butler, acredita que o modelo da escola atual, que não privilegia o saber anterior do aluno, é "pré-histórico".
"O aluno não é o mesmo de 30 anos atrás", argumenta. "Ele tem acesso a diferentes recursos tecnológicos em casa e um mundo de informações pela internet, e isso não pode ser ignorado".
Neste contexto, o professor tem que um eterno aprendiz.

Fonte:http://www.microsoft.com/brasil/educacao/parceiro/palestra_greg_final.mspx

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Integração de mídias e prática pedagógica.


Em tempos hodiernos as escolas da rede pública e privada, vem a alguns anos disponibilizando o acesso às inúmeras mídias ao cotidiano escolar, vale ressaltar que estas inovadoras mídias adentraram às essas escolas para fazer parceria com o quadro negro e o giz. E assim, com esses novos e antigos aparatos tecnológicos estão os professores antigos e novatos na profissão, que necessitam usar essas novas mídias pedagogicamente. E para tanto é necessário buscar novas aprendizagens que o remeterá a novas mudanças na prática pedagógica.
Com esta novas demandas pedagógicas, o professor necessita alterar os hábitos que utiliza a vários anos e/ou aprendeu na sua formação, pois além da aula expositiva, da lousa, tem que acrescentar á sua prática pedagógica o uso de computadores, internet, vídeo, projetor, câmera, e outros recursos tecnológicos. Além, de inovadoras propostas pedagógicas que estão sendo difundida, onde enfatizam novas maneiras de ensinar com enfoque na interdisciplinaridade fazendo uso de projetos, para que venha favorecer a construção do conhecimento de maneira contextualizada.
Para desenvolver uma prática pedagógica voltada para a integração das mídias, uma das possibilidades tem sido o trabalho por projetos. Na perspectiva da pedagogia de projetos, o aluno aprende-fazendo, aplicando aquilo que sabe e buscando novas compreensões com significado para aquilo que está produzindo (Freire & Prado, 1999; Almeida, 2002; Prado, 2003).

Conforme cita Almeida, para se trabalhar na perspectiva da pedagogia de projeto, com a integração das mídias no contexto escolar é preciso que o aluno construa seu conhecimento, ou seja, aprenda fazendo e passe a atuar ativamente no cotidiano escolar como ser ativo e participativo de todo fazer pedagógico.
Porém essa reconstrução da prática pedagógica não é um ato simplório, implica em proporcionar ao professor uma formação continuada, que favoreça a reflexão sobre a sua própria prática pedagógica. Como afirmam Almeida, Valente e Prado:
O processo de reconstrução da prática não é simples. Para isto, é necessário propiciar ao professor uma vivência de aprendizagem, em que possa refletir de várias maneiras sobre a própria prática, compartilhando suas experiências, leituras e reflexões com seus pares. Isto significa que o professor, atualmente, pode participar de programas de formação continuada desenvolvidos por meio de ambientes virtuais que privilegiem as interações, a articulação entre a ação e reflexão, a prática e teoria, bem como trabalho individual e colaborativo, contemplando o contexto e o cotidiano de sua atuação na escola (Valente & Prado & Almeida, 2003).

Assim sendo, a integração de mídias e prática pedagógica é um caminho possível, porém como qualquer mudança exige persistência e objetividade, pois mudar não é fácil.